“A Âncora”
Nessa esperança temos como que uma âncora segura e firme da alma...” (Hb 6,18-19).
Mas como é que eu posso me sentir seguro se sou esmagado por tantos problemas?
Padre Pio assegura-nos:
“Eu sempre medito sobre o que os escritores naturalistas dizem a respeito daqueles pássaros (mergulhões) que fazem os seus ninhos nas praias junto ao mar.
Eles constróem os seus ninhos de forma circular, de modo compacto e bem apertado que a água do mar não penetra neles.
Na parte superior, existem pequenas aberturas, através das quais penetra o ar.
E é ali, que aqueles pequenos passarinhos colocam os seus filhotes.
E desse modo, quando vêm as ondas, eles podem nadar confiantemente e flutuar sobre as ondas, sem que os ninhos se encham de água ou venham a submergir.
E o ar que necessitam para respirar entra pelas aberturas, contrabalançando os ninhos, mantendo-os flutuando como pequenas bóias sem virar”.
“Mas o que mais me espanta nisto é que a “âncora” fica em cima e não para baixo, de modo a fortalecê-los contra as ondas”
“Eu gostaria que o vosso coração fossem assim, bem compacto e fechado por todos os lados por todos os lados... desse modo, não seria penetrado pelas preocupações que o maligno quer colocar.
Mas deixe sempre uma abertura, voltada para o céu..
”Senhor, ancora-me firmemente a ti, para que desse modo a Tua Santa Vontade se realize plenamente em mim.
Amém! Comunidade Cordeiro de Deus – agnusd@gbl.com.br